A baixa nobreza e a revolução de 1640: a distribuição de cargos e mercês nos teóricos da Restauração

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Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar prováveis aspectos da cultura política portuguesa de meados do século XVII, particularmente no que toca à distribuição de cargos e mercês. Defende-se que nesse período se procurou efetivar uma política de Estado que privilegiasse a baixa nobreza. Para isso, analisa-se a Restauração à luz do conceito de revolução constitucional elaborado por John Elliot, concluindo que em Portugal vigorou linhas de tensão no interior da nobreza durante esse período. Por fim, são analisadas as obras de teoria política que refletiram sobre a distribuição de cargos e mercês, indicando que as tensões existentes no corpo da nobreza foram traduzidas em proposições políticas a serem adotas pela Coroa.

Biografia do Autor

Eduardo Henrique Sabioni Ribeiro

Doutor em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social. Mestre em História pela Universidade Federal Rural do RIo de Janeiro.

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Publicado

16/04/2021

Como Citar

Henrique Sabioni Ribeiro, E., & Henrique Sabioni Ribeiro, E. (2021). A baixa nobreza e a revolução de 1640: a distribuição de cargos e mercês nos teóricos da Restauração. Escrita Da História, 7(13), 335–347. Recuperado de https://escritadahistoria.com/index.php/reh/article/view/227